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Polícia Civil de SC defende investigação após prisão de suspeito de estuprar enteada de 12 anos

A Polícia Civil de Santa Catarina se pronunciou no último sábado (10) após receber críticas e ofensas relacionadas à prisão de um homem investigado por supostamente estuprar a enteada de 12 anos, em Mafra, localizado no Planalto Norte do estado. A prisão ocorreu na sexta-feira (9), durante uma operação da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami). A corporação confirmou que coletou provas suficientes para fundamentar o pedido de prisão e busca e apreensão.

De acordo com a investigação, os abusos teriam sido cometidos de forma sistemática dentro da residência da família e, alarmantemente, registrados por câmeras instaladas no imóvel. O delegado Cassiano Tiburski criticou as ofensas recebidas, ressaltando que muitos ataques foram feitos de forma anônima, o que é proibido pela Constituição. Ele enfatizou que tais ofensas comprometem a honra da instituição e dos agentes envolvidos e que há alegações de que o investigado seria inocente.

A Polícia Civil, em sua defesa, afirmou que a prisão foi decretada em menos de 12 horas após o início das investigações, o que demonstra a agilidade e a seriedade do trabalho realizado. Além disso, a corporação destacou que as provas coletadas foram consideradas robustas e suficientes para o encaminhamento ao Poder Judiciário.

A manifestação da Polícia Civil ocorreu após a divulgação do caso e o surgimento de comentários sobre a investigação, que incluíam ofensas direcionadas tanto à instituição quanto aos policiais. A corporação reafirmou que a apuração foi realizada com base em elementos concretos, e que o homem continua na condição de investigado pelos crimes que lhe são imputados.

A prisão e os elementos reunidos durante a investigação não substituem o devido processo judicial, e a responsabilidade criminal do investigado será definida em juízo. A investigação segue sob a responsabilidade da Polícia Civil, que continua a apurar todas as circunstâncias relacionadas ao caso, incluindo a possibilidade de compartilhamento ou comercialização das imagens que registraram os abusos.

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