BRASIL https://minutosc.com.br A informação que move Santa Catarina Thu, 17 Sep 2026 17:30:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://minutosc.com.br/wp-content/uploads/2026/07/cropped-cropped-LOGOS-PORTAIS-REGIONAIS-3-32x32.png BRASIL https://minutosc.com.br 32 32 Lenda do reggae mundial, Groundation traz a Curitiba turnê especial em homenagem a Bob Marley https://minutosc.com.br/lenda-do-reggae-mundial-groundation-traz-a-curitiba-turne-especial-em-homenagem-a-bob-marley/ https://minutosc.com.br/lenda-do-reggae-mundial-groundation-traz-a-curitiba-turne-especial-em-homenagem-a-bob-marley/#respond Fri, 18 Sep 2026 17:20:31 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3623 Uma das bandas mais respeitadas do reggae mundial, o Groundation desembarca em Curitiba no próximo dia 5 de dezembro para apresentar a turnê “A Tribute to Bob Marley”. O show inédito, que será realizado no Cine Lido, nova casa de espetáculos da capital paranaense, vai reunir releituras da obra do “Rei do Reggae” e músicas

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Uma das bandas mais respeitadas do reggae mundial, o Groundation desembarca em Curitiba no próximo dia 5 de dezembro para apresentar a turnê “A Tribute to Bob Marley”. O show inédito, que será realizado no Cine Lido, nova casa de espetáculos da capital paranaense, vai reunir releituras da obra do “Rei do Reggae” e músicas que marcaram a carreira do grupo norte-americano.

Liderado pelo vocalista e guitarrista Harrison Stafford, o Groundation imprime sua identidade musical às composições de Bob Marley, combinando a tradição do “roots reggae” com elementos de jazz, dub, harmonias elaboradas e espaços para improvisação. O repertório percorre clássicos conhecidos pelo público e faixas menos óbvias do catálogo do artista jamaicano, apresentadas em novos arranjos.

Além da homenagem, a apresentação em Curitiba terá espaço para músicas autorais do grupo. Entre os trabalhos que ajudaram a construir sua trajetória estão “Each One Teach One”, “Hebron Gate”, “We Free Again”, “Building an Ark” e “One Rock”. O repertório também alcança a fase mais recente da banda, marcada por “Candle Burning”, lançado em 2025 como o 11º álbum de estúdio do Groundation. O disco conta com participações de nomes como Mykal Rose, Alpha Blondy, Mutabaruka e Thomas Mapfumo. 

Uma identidade própria dentro do reggae

Formado em 1998, na Califórnia, o Groundation surgiu a partir do encontro de músicos ligados ao programa de jazz da Sonoma State University. A combinação dessa formação musical com a influência do reggae jamaicano resultou em uma sonoridade própria, reconhecida pela presença dos metais, por estruturas instrumentais sofisticadas e pela liberdade de improvisação no palco.

Os primeiros discos, “Young Tree” e “Each One Teach One”, estabeleceram as bases do estilo do grupo. O reconhecimento internacional ganhou força com “Hebron Gate”, lançado em 2002 e considerado um dos trabalhos fundamentais de sua discografia. Desde então, o Groundation passou a ocupar festivais e casas de shows em diferentes partes do mundo, consolidando-se como um dos principais representantes do reggae progressivo. 

A apresentação de Groundation em Curitiba acontece no próximo dia 5 de dezembro, no Cine Lido (Rua Desembargador Ermelino de Leão, 160), no Centro da capital paranaense. Os ingressos estão disponíveis a partir das 12h da próxima terça-feira (22), via plataforma Ticktmaster. Para mais informações, acesse os perfis oficiais das produtoras responsáveis no Instagram: @planetabrasilentretenimento e @seven.exp.

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Nove minutos em Copacabana e a conta que nenhum candidato apresenta https://minutosc.com.br/nove-minutos-em-copacabana-e-a-conta-que-nenhum-candidato-apresenta/ https://minutosc.com.br/nove-minutos-em-copacabana-e-a-conta-que-nenhum-candidato-apresenta/#respond Thu, 17 Sep 2026 18:07:44 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3433 Por Vinicios Cardozo* – Na madrugada de 12 de agosto, em Copacabana, um homem de 37 anos foi abordado por dois sujeitos que se apresentavam como seguranças de rua. Suspeitavam que a bicicleta com ele fosse furtada. Era da irmã. Cláudio Rafael Landeiro Moreira, que segundo a apuração tinha transtorno psicológico, não conseguiu completar a

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Por Vinicios Cardozo* – Na madrugada de 12 de agosto, em Copacabana, um homem de 37 anos foi abordado por dois sujeitos que se apresentavam como seguranças de rua. Suspeitavam que a bicicleta com ele fosse furtada. Era da irmã. Cláudio Rafael Landeiro Moreira, que segundo a apuração tinha transtorno psicológico, não conseguiu completar a explicação. Teve a bicicleta tomada, foi perseguido por poucas quadras e ali espancado durante nove minutos, com mais de trinta golpes de porrete na cabeça, até morrer. Quatro pessoas foram indiciadas por homicídio triplamente qualificado. Nenhuma delas era policial.

Essa última frase é a mais importante do caso e é justamente a que o debate eleitoral não vai querer enfrentar. Todos os candidatos prometem, em alguma medida, enfrentamento e endurecimento, sempre a partir do mesmo diagnóstico, o de que faltaria rigor à lei brasileira e sobrariam etapas ao processo. O que aconteceu naquela calçada foi esse diagnóstico levado à sua conclusão lógica por quem o ouviu e acreditou. Quatro particulares dispensaram a prova, dispensaram o processo, dispensaram a autoridade e executaram uma sentença de morte por suspeita de furto de bicicleta. O discurso punitivista não apenas autoriza a violência estatal. Ele a privatiza.

A investigação revelou o resto. A atividade dos seguranças era clandestina, sem amparo no Estatuto da Segurança Privada, e havia uma rede informal que os recrutava e remunerava para vigiar ruas do bairro. Não se trata do excesso de quatro homens em uma madrugada. Trata-se de uma estrutura paraestatal que já operava, pagando salário, sem que ninguém perguntasse quem a financiava. No Rio de Janeiro esse arranjo tem nome e tem história, e nasce sempre do mesmo lugar, do vácuo deixado por um Estado que se apresenta ao cidadão apenas na forma de força e nunca na forma de garantia.

Os números desmentem a promessa que sustenta esse vácuo. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026, o país registrou em 2025 a menor taxa de mortes violentas intencionais desde o início da série histórica, 19,1 por cem mil habitantes, ao mesmo tempo em que as mortes decorrentes de intervenção policial subiram 5,4% e alcançaram 6.602 vítimas, o maior patamar já registrado. Dezoito por dia. Uma em cada seis mortes violentas no Brasil foi causada por um agente do Estado. O Brasil está matando menos e a polícia está matando mais, de modo que letalidade e segurança não caminham juntas, e quem oferece uma como caminho para a outra vende uma correlação que os próprios dados oficiais negam.

Há ainda o que se escolhe importar. Invoca-se sempre a metade punitiva dos modelos estrangeiros, a pena mais longa, o procedimento mais célere, a excludente mais generosa, e nunca a metade que os legitima, que é o sistema de defesa. A Pesquisa Nacional da Defensoria Pública mostra que 40,9% das comarcas estaduais brasileiras seguem sem atendimento das Defensorias, mais de dois anos depois de vencido o prazo fixado pela Emenda Constitucional 80 de 2014. Em boa parte do território existe juiz, existe acusação e não existe defesa. Cláudio Rafael foi acusado, julgado e executado em nove minutos por homens que não precisaram provar coisa alguma. É a versão de calçada de um sistema que, no papel, já opera há décadas com acusação farta e defesa escassa.

Quanto à prisão perpétua, que reaparece a cada campanha, ela não esbarra em dificuldade orçamentária antes de esbarrar em impossibilidade jurídica. O artigo 5º, inciso XLVII, da Constituição veda as penas de caráter perpétuo e a pena de morte fora da hipótese de guerra declarada, e o artigo 60 blinda os direitos e garantias individuais contra qualquer emenda tendente a aboli-los. Quem promete pena perpétua em palanque não está propondo uma reforma difícil, está prometendo aquilo que nem uma emenda constitucional pode entregar.

E ainda que essa barreira não existisse, restaria a conta, que ninguém apresenta. A experiência estrangeira invocada pelo rigor é justamente a que melhor documenta o preço dele, já que o sistema de pena capital da Califórnia custou ao contribuinte cerca de quatro bilhões de dólares a mais, desde 1978, do que custaria um sistema cuja pena máxima fosse a prisão perpétua, pela razão simples de que pena irreversível exige devido processo proporcional, instrução mais longa e sistema recursal mais amplo. No Brasil, com 941.752 pessoas em cumprimento de pena, custo médio de R$ 2.637,75 por preso ao mês e déficit de cerca de 202 mil vagas que a própria Senappen estima em 14 bilhões de reais somente em obras, cada agravamento prometido é uma despesa nova em um sistema que já opera acima da capacidade. Rigor máximo cobra devido processo máximo, e essa metade da equação nunca sobe ao palanque.

Falta dizer o que o foco exclusivo no crime armado deixa na sombra. Não existe organização criminosa de grande porte sem captura de agente público, e a milícia sequer precisa corromper o Estado, porque é formada por integrantes dele. A rede que recrutava vigilantes em Copacabana, hoje sob investigação, não pertence a outra categoria de fenômeno, é o degrau anterior do mesmo processo. Enquanto isso, o crime que mais dinheiro movimenta passa por combustível, porto, fintech, fundo de investimento e licitação, e a Confederação Nacional da Indústria estima em R$ 39 bilhões por ano a perda da indústria brasileira com o mercado ilegal. Nada disso se enfrenta com fuzil. Enfrenta-se com investigação financeira, controle externo, Receita Federal e auditoria, isto é, com exatamente aquilo que o discurso do enfrentamento raramente menciona.

Nada disso é pedido de leniência, é pedido de honestidade contábil. O eleitor tem o direito de dirigir três perguntas a quem promete resolver a criminalidade. Quanto custa, quem paga e o que deixará de ser feito para que isso seja feito. Quem não responde às três não está oferecendo rigor, está oferecendo a promessa dele, e a distância entre uma coisa e outra nunca fica vazia. Sempre aparece alguém disposto a ocupá-la por conta própria, de madrugada, com um porrete na mão.

* Vinicios Cardozo é advogado criminalista, coordenador do Núcleo de Ações Criminais do GMP | G&C Advogados Associados e palestrante na área de Direitos Fundamentais, Direito Penal e Processo Penal. 

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Curitiba vai receber o Congresso Brasileiro de Arquitetos após mais de 30 anos https://minutosc.com.br/curitiba-vai-receber-o-congresso-brasileiro-de-arquitetos-apos-mais-de-30-anos/ https://minutosc.com.br/curitiba-vai-receber-o-congresso-brasileiro-de-arquitetos-apos-mais-de-30-anos/#respond Thu, 17 Sep 2026 17:30:32 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3631 Curitiba foi escolhida para receber o Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA) em 2029, após mais de 30 anos da última edição no Estado do Paraná. O retorno do CBA para Curitiba, uma das grandes novidades do ano no cenário paranaense, é fruto do trabalho do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Paraná (IAB/PR), com

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Curitiba foi escolhida para receber o Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA) em 2029, após mais de 30 anos da última edição no Estado do Paraná. O retorno do CBA para Curitiba, uma das grandes novidades do ano no cenário paranaense, é fruto do trabalho do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Paraná (IAB/PR), com comando do arquiteto Eduardo Bini.

A edição mais recente do CBA aconteceu no último mês de agosto, entre os dias 11 e 14, em Fortaleza (CE), e reuniu mais de 5 mil arquitetos e urbanistas. “Considerado o principal encontro nacional do setor, o congresso reúne profissionais para discutir arquitetura, urbanismo, exercício profissional e os desafios das cidades”, destaca Bini. Curitiba recebeu o evento pela última vez em 1997, na Ópera de Arame, com a participação de nomes como Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha, Ruy Ohtake, Miguel Pereira e João Filgueiras Lima, o Lelé.

Para Bini, o retorno representa também uma oportunidade de recuperar o protagonismo do Paraná no debate nacional. “A escola técnica paulista, com o brutalismo de Paulo Mendes da Rocha, segue com sua vertente bem-posicionada no cenário nacional, assim como a escola de Belas Artes carioca, com a expressão e a plástica de Oscar Niemeyer. Em algum momento, o Estado do Paraná se distanciou desse debate. O discurso do bom planejamento urbano foi adotado pela classe política e, de certa maneira, os arquitetos se distanciaram das tomadas de decisões”, comenta.

Segundo o arquiteto, a proposta para o CBA de 2029 é justamente recolocar essas discussões no centro da atuação profissional. “Com o próximo CBA, pretendemos resgatar esses aspectos do bom planejamento urbano e da boa arquitetura, tão latentes no nosso dia a dia. Nossa intenção é reinserir esse debate dentro do campo da arquitetura e do urbanismo. Precisamos de arquitetos participando, debatendo sobre isso, para que a produção de arquitetura do Paraná volte a transbordar para o cenário nacional e para que os arquitetos voltem a ocupar os espaços de tomada de decisão”, explica Bini.

A organização do congresso será estruturada a partir da formação de um Comitê Científico e de um Comitê Organizador, que terão a responsabilidade de definir a programação e desenvolver parcerias institucionais e acadêmicas. O tema oficial ainda será definido, mas Bini defende uma abordagem que vá além das características de uma única cidade e discuta o exercício profissional diante das transformações sociais e urbanas.

A defesa de uma atuação mais ampla acompanha a trajetória de Bini, que mantém escritório próprio, trabalha com viabilização de empreendimentos e projetos e, também, possui experiência acadêmica e institucional. À frente do IAB/PR, buscou ampliar a presença da entidade em discussões relacionadas ao desenvolvimento das cidades e à participação dos arquitetos nos processos de decisão. “É muito significativo ver Curitiba novamente no circuito desse evento. Tivemos a oportunidade de trabalhar uma arquitetura pensada para além da atuação individual, em uma perspectiva institucional e coletiva. Agora existe a responsabilidade de construir uma edição à altura da história do congresso e, principalmente, de fortalecer novamente a presença do Paraná nesse debate”, completa Bini.

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Justiça defere recuperação https://minutosc.com.br/justica-defere-recuperacao/ https://minutosc.com.br/justica-defere-recuperacao/#respond Wed, 16 Sep 2026 19:24:40 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3537 D. Plastic avança na reestruturação de passivo de R$ 16,1 milhões; decisão inicia período de suspensão das execuções e abre caminho para apresentação do plano e negociação com credores A Justiça deferiu o processamento da Recuperação Judicial da D. Plastic Indústria e Comércio de Artigos de Plásticos Ltda., indústria paranaense que busca reorganizar um passivo

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D. Plastic avança na reestruturação de passivo de R$ 16,1 milhões; decisão inicia período de suspensão das execuções e abre caminho para apresentação do plano e negociação com credores

A Justiça deferiu o processamento da Recuperação Judicial da D. Plastic Indústria e Comércio de Artigos de Plásticos Ltda., indústria paranaense que busca reorganizar um passivo superior a R$ 16,1 milhões. A decisão representa uma nova etapa no processo, que havia sido protocolado em Curitiba em 24 de agosto, e permite que a empresa avance na elaboração do plano de recuperação e nas negociações com os credores. Com o deferimento, inicia-se o chamado stay period, período legal de 180 dias em que ficam suspensas, nos termos da legislação, execuções e atos expropriatórios contra a empresa. Na prática, a medida cria um ambiente de proteção temporária para que a companhia possa concentrar esforços na reorganização financeira e na construção de uma proposta compatível com sua capacidade de pagamento.

“Esse deferimento é uma etapa muito importante. A partir de agora entramos efetivamente em uma fase de estruturação do plano e negociação com os credores. Os 180 dias não significam simplesmente uma pausa nas cobranças, mas um período que precisa ser utilizado estrategicamente para reorganizar o passivo e buscar uma solução que permita a continuidade da empresa”, explica Pedro Siqueira, especialista em reestruturação empresarial e recuperação judicial da PS Consultoria. Fundada em 2019, a D. Plastic fabrica mantas térmicas de subcobertura e outros produtos, atende o mercado brasileiro e exporta para Paraguai, Bolívia e Uruguai. Entre os fatores que pressionaram o caixa está a elevação do preço das matérias-primas. Documentos apresentados no processo apontam, por exemplo, aumento de aproximadamente 131,5% no preço do Polietileno de Alta Densidade, PEAD, entre janeiro e maio de 2026.

A PS Consultoria atua na frente empresarial e econômico-financeira do processo, com análise do passivo, fluxo de caixa, obrigações e capacidade de pagamento. A condução jurídica é realizada pela Vaz Advogados. Para o advogado Bruno Vaz, o deferimento permite que o trabalho avance para uma etapa determinante da recuperação. “Com o deferimento, inicia-se o stay period, com a suspensão das execuções e de eventuais atos expropriatórios pelo prazo de 180 dias. Seguimos agora para a fase de apresentação do plano e negociação com os credores para buscar a aprovação desse plano”, explica.

Para Siqueira, o caso também serve de alerta para empresas que ainda possuem mercado e operação, mas começam a apresentar desequilíbrio entre geração de caixa e endividamento. “Recuperação Judicial não significa que uma empresa acabou. Quando existe uma operação viável, o objetivo é justamente criar condições para reorganizar as dívidas, preservar o negócio e permitir que ele continue produzindo. Quanto mais cedo a crise é enfrentada, maiores são as alternativas disponíveis”, conclui.

Serviço: PS Consultoria
Pedro Siqueira
Especialista em reestruturação empresarial e recuperação judicial
(41) 3206-4196 | (41) 99967-7585
@p.s.consult
contato@psconsult.com.br
https://psconsult.com.br/
Rua Visconde de Guarapuava, 2764, Conjunto 311, Centro, Curitiba/PR.

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Receber antes compensa? https://minutosc.com.br/receber-antes-compensa/ https://minutosc.com.br/receber-antes-compensa/#respond Wed, 16 Sep 2026 19:13:22 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3533 Acordo pode antecipar precatórios, mas deságio, valor atualizado do crédito, posição na fila, prioridades e alternativas de negociação precisam entrar na conta antes da decisão Receber menos agora ou esperar para receber um valor maior no futuro? A pergunta parece simples, mas está longe de ter uma resposta igual para todos os credores de precatórios.

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Acordo pode antecipar precatórios, mas deságio, valor atualizado do crédito, posição na fila, prioridades e alternativas de negociação precisam entrar na conta antes da decisão

Receber menos agora ou esperar para receber um valor maior no futuro? A pergunta parece simples, mas está longe de ter uma resposta igual para todos os credores de precatórios. Com o crescimento das possibilidades de antecipação desses créditos, seja por acordo com o poder público, seja pela cessão a terceiros, o credor passou a ter mais alternativas. Ao mesmo tempo, aumentou a necessidade de entender quanto seu precatório realmente vale e qual dessas opções é financeiramente mais adequada.

Nos acordos, o pagamento pode ser antecipado mediante a aceitação de um deságio e ocorre dentro de procedimento oficial, conforme as regras estabelecidas pelo ente público devedor e pelo edital correspondente. É diferente da cessão, popularmente conhecida como venda do precatório, em que o crédito é transferido a uma empresa, fundo, investidor ou outro terceiro mediante negociação.

Para a advogada Tayssa Ozon, da Ozon & Tommasi Advogados, em Curitiba, especializada em consultoria sobre precatórios, o erro mais comum é começar a análise pela proposta recebida, quando ela deveria começar pelo próprio crédito. “Antes de perguntar se uma proposta é boa, precisamos saber quanto esse precatório efetivamente vale e quais alternativas o credor possui. Um desconto de 20%, 30% ou 40% pode parecer alto ou baixo isoladamente, mas esse número diz muito pouco se não soubermos quanto tempo falta para o pagamento, qual é a posição na fila, como o crédito está sendo atualizado, se existe prioridade e qual seria o valor líquido em cada cenário”, explica.

Acordo também exige conta

O acordo normalmente começa com a publicação de um edital, que estabelece quem poderá participar, prazo para adesão, documentos necessários, critérios de classificação, recursos disponíveis e percentual de deságio. O credor manifesta interesse, a documentação é analisada e, se estiver habilitado e contemplado conforme as regras estabelecidas, a transação poderá ser homologada e posteriormente paga.

Por isso, aderir ao procedimento não significa necessariamente ter o dinheiro disponível imediatamente. O deságio é um dos elementos mais visíveis da operação, mas não deve ser analisado sozinho. Em um exemplo simplificado, um precatório atualizado em R$ 100 mil submetido a desconto de 30% sofreria uma redução inicial de R$ 30 mil. O valor líquido recebido ainda poderá ser impactado, conforme o caso, por Imposto de Renda, contribuição previdenciária, honorários, penhoras e outras deduções. “O percentual de deságio chama atenção, mas a pergunta mais importante é outra: quanto efetivamente ficará no bolso do credor? É esse número que precisa ser comparado com as demais possibilidades”, afirma Tayssa.

Esperar também tem um preço

A análise, porém, não termina no desconto. Esperar pelo pagamento integral também pode ter um custo. Se o credor possui dívidas com juros elevados, enfrenta uma necessidade financeira importante, precisa realizar um tratamento de saúde, pretende investir o recurso em determinada oportunidade ou está distante do pagamento pela ordem cronológica, antecipar o recebimento pode ser racional mesmo significando abrir mão de parte do crédito.

Por outro lado, vender ou aderir a um acordo pode representar uma perda desnecessária quando o precatório já está próximo do pagamento, quando existe possibilidade de recebimento prioritário ou quando o desconto exigido é desproporcional à vantagem obtida com a antecipação.

“Deságio não significa automaticamente prejuízo, assim como esperar não significa automaticamente fazer o melhor negócio. Existe um valor para receber hoje e existe um valor para esperar. A decisão correta aparece quando conseguimos comparar esses dois cenários”, explica a advogada.

Idosos, pessoas com deficiência e doenças graves exigem atenção especial

Antes de aceitar qualquer redução no crédito, idosos, pessoas com deficiência e pessoas com doenças graves devem verificar se preenchem os requisitos para recebimento prioritário ou para a chamada superpreferência.

Dependendo da natureza do precatório e das condições do credor, parte do crédito pode ser paga prioritariamente dentro da própria sistemática constitucional. Isso pode alterar significativamente a conveniência de uma antecipação. “Imagine aceitar um deságio relevante para receber antes sem saber que havia a possibilidade de receber parte daquele valor prioritariamente. É por isso que a análise jurídica precisa acontecer antes da decisão financeira, e não depois”, ressalta Tayssa.

Recebeu uma proposta para comprar seu precatório? Não olhe apenas o preço

A mesma lógica vale para quem recebe propostas de compra do crédito. Duas empresas podem oferecer valores diferentes pelo mesmo precatório, mas comparar apenas quanto cada uma oferece não é suficiente. É necessário verificar as condições da operação, segurança jurídica, prazo de pagamento, responsabilidades previstas no contrato, forma de cessão e eventuais despesas ou descontos adicionais.

Também é importante compreender que a primeira proposta recebida não necessariamente representa o melhor valor disponível no mercado. “Um dos maiores riscos é o credor receber uma proposta e acreditar que aquele é o preço do seu precatório. Não é. Aquilo é o preço que alguém está disposto a pagar naquele momento. Antes de vender um patrimônio que pode representar anos de processo, é preciso conhecer o crédito, avaliar alternativas e, quando fizer sentido, comparar e negociar propostas”, afirma.

Questões como herdeiros ainda não habilitados, penhoras, cessões anteriores, bloqueios, divergências sobre honorários ou ausência de memória de cálculo atualizada também podem interferir tanto no valor quanto na viabilidade da operação.

Nem sempre a melhor decisão é vender

A conclusão de uma análise pode, inclusive, ser a de que o credor não deve antecipar o precatório. Segundo Tayssa, esse é um ponto essencial para diferenciar uma orientação jurídica independente de uma simples intermediação de venda. “Quem analisa o precatório precisa estar preparado para dizer ao cliente: não venda. Em alguns casos, antecipar será excelente. Em outros, o desconto não se justifica. E haverá situações em que a melhor solução será negociar melhor, aderir a um acordo, utilizar uma prioridade ou simplesmente esperar. O nosso papel é descobrir qual alternativa preserva melhor o patrimônio daquele credor”, afirma.

Outro cuidado importante é confirmar a existência de eventual edital de acordo pelos canais oficiais. Não existe um calendário nacional único. O credor deve consultar o portal de precatórios do tribunal competente, o Diário da Justiça, os canais oficiais do Estado ou Município devedor e o próprio processo. Informações recebidas exclusivamente por WhatsApp, telefone ou intermediários não devem fundamentar uma decisão patrimonial dessa importância.

Para Tayssa, duas pessoas com precatórios do mesmo valor podem receber orientações completamente diferentes. “Um precatório de R$ 500 mil não vale automaticamente R$ 500 mil hoje, mas também não vale simplesmente o valor da primeira proposta que apareceu. Precisamos saber quando esse dinheiro provavelmente seria recebido, quais direitos incidem sobre aquele crédito, quanto ficará líquido em cada alternativa e quanto o credor está abrindo mão para antecipar. Só depois disso é possível responder à pergunta que realmente importa: receber antes compensa para esta pessoa?”, conclui.

Serviço: Ozon & Tommasi Advocacia Previdenciária

Dra. Tayssa Ozon – Advogada Previdenciarista – OAB/PR 50.520

(41) 3022-1240 | (41) 98831-8630

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Últimos ingressos: Marco Mezquida se apresenta em Curitiba no domingo (20) https://minutosc.com.br/ultimos-ingressos-marco-mezquida-se-apresenta-em-curitiba-no-domingo-20/ https://minutosc.com.br/ultimos-ingressos-marco-mezquida-se-apresenta-em-curitiba-no-domingo-20/#respond Tue, 15 Sep 2026 16:46:49 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3348 Faltam poucos dias para Curitiba receber um dos artistas mais inventivos da música instrumental europeia. O pianista, compositor e improvisador espanhol Marco Mezquida se apresenta no próximo domingo (20), no Teatro da Reitoria, em nova edição do Curitiba Jazz Sessions. Os últimos ingressos estão à venda na plataforma Meaple. A apresentação integra a passagem do

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Faltam poucos dias para Curitiba receber um dos artistas mais inventivos da música instrumental europeia. O pianista, compositor e improvisador espanhol Marco Mezquida se apresenta no próximo domingo (20), no Teatro da Reitoria, em nova edição do Curitiba Jazz Sessions. Os últimos ingressos estão à venda na plataforma Meaple.

A apresentação integra a passagem do músico pelo Brasil, que também inclui concertos em Porto Alegre, Pelotas e Joinville. Em Curitiba, o público terá a oportunidade de conhecer a linguagem singular de Mezquida, construída a partir do encontro entre jazz, música clássica, flamenco, improvisação livre, folclore, música contemporânea e pop.

Aos 37 anos, Marco Mezquida é considerado uma das vozes mais brilhantes e versáteis da música ibérica. O artista já participou de mais de 100 álbuns, cerca de 30 deles como líder ou colíder, e levou seus projetos a importantes palcos de mais de 40 países.

Promovido pela Planeta Brasil, o Curitiba Jazz Sessions apresenta ao público diferentes vertentes da música instrumental e artistas reconhecidos no circuito internacional. Com a proximidade da apresentação e a disponibilidade reduzida de entradas, a recomendação é garantir os ingressos antecipadamente.

A apresentação de Marco Mezquida na capital paranaense acontece no dia 20 de setembro, no Teatro da Reitoria. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Meaple: https://meaple.com.br/curitibajazzsessions/marco-mezquida. Para mais informações, acesse os perfis oficiais das produtoras e do artista no Instagram: @curitibajazzsessions, @planetabrasilentretenimento, @goat_entertainment e @marcomezquida.

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Segurança em pagamentos vai além de ataques externos e começa na arquitetura dos sistemas https://minutosc.com.br/seguranca-em-pagamentos-vai-alem-de-ataques-externos-e-comeca-na-arquitetura-dos-sistemas/ https://minutosc.com.br/seguranca-em-pagamentos-vai-alem-de-ataques-externos-e-comeca-na-arquitetura-dos-sistemas/#respond Fri, 11 Sep 2026 20:10:10 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3070 Quando se fala em segurança da informação no mercado financeiro, ataques externos, invasões e golpes costumam ocupar o centro das atenções. Mas, para instituições que processam grandes volumes de pagamentos, parte importante dos riscos pode estar dentro da própria arquitetura dos sistemas: permissões excessivas, credenciais compartilhadas, falhas no controle de acessos ou integrações sem mecanismos

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Quando se fala em segurança da informação no mercado financeiro, ataques externos, invasões e golpes costumam ocupar o centro das atenções. Mas, para instituições que processam grandes volumes de pagamentos, parte importante dos riscos pode estar dentro da própria arquitetura dos sistemas: permissões excessivas, credenciais compartilhadas, falhas no controle de acessos ou integrações sem mecanismos adequados de autenticação. Em operações de alta volumetria, esses pontos ganham dimensão ainda maior. Uma configuração inadequada pode permitir, por exemplo, que um usuário aprove uma transação acima de sua alçada ou que uma credencial comprometida seja utilizada para realizar operações que deveriam estar fora daquele perfil.

Para Eurico Nicacio, Head of Cloud, Security e IT na Trio, empresa especializada em tecnologia para pagamentos, a segurança precisa ser considerada desde a construção da infraestrutura financeira. “Segurança não pode ser uma camada adicionada depois que a operação já está funcionando. Quando estamos falando de pagamentos e grandes volumes de transações, controle de acesso, autorização e rastreabilidade precisam fazer parte da arquitetura desde o início. É isso que permite crescer mantendo controle sobre quem pode fazer o quê e reconstruir cada ação quando necessário”, afirma Nicacio.

Na prática, uma arquitetura estruturada dessa maneira permite que regras de segurança sejam incorporadas aos próprios fluxos. Uma API, por exemplo, pode determinar previamente quais informações e operações estão disponíveis para cada credencial, enquanto controles de alçada podem impedir que um pagamento avance sem a autorização correspondente.

Conformidade é ponto de partida, não de chegada

Instituições de pagamento estão sujeitas a requisitos do Banco Central relacionados a segurança, disponibilidade dos sistemas, resposta a incidentes e recuperação de falhas. No caso do Pix, o BC também utiliza indicadores de qualidade para avaliar aspectos como disponibilidade, reclamações e timeouts.  Em operações B2B de alto volume, entretanto, as necessidades podem avançar além dos requisitos regulatórios. Entre os recursos relevantes estão histórico verificável de disponibilidade, webhooks autenticados, restrição do uso de credenciais de API, separação entre perfis de visualização, execução e aprovação, além de logs auditáveis das ações realizadas.

“Cumprir a regulação é indispensável, mas uma empresa que movimenta milhares ou milhões de transações precisa olhar também para a resiliência da operação. Segurança e disponibilidade estão diretamente relacionadas à continuidade do negócio. Quanto maior a escala, maior precisa ser a capacidade de identificar, limitar e responder rapidamente a qualquer comportamento fora do esperado”, destaca Peterson Santos, CEO e cofundador da Trio.

Outro ponto de atenção está na gestão de identidades e permissões. Entre os problemas que podem surgir estão acessos concedidos durante a entrada de um funcionário e nunca revisados, compartilhamento de logins e manutenção de usuários ativos após desligamentos. Uma das estratégias para reduzir esses riscos é o princípio do menor privilégio: cada profissional deve ter acesso apenas às informações e funções necessárias para exercer sua atividade.

A Trio estrutura seu controle de usuários em perfis com alçadas por valor e tipo de operação. As ações realizadas dentro da conta geram registros rastreáveis, enquanto eventos e mudanças no estado das transações podem ser enviados aos sistemas dos clientes por webhooks configuráveis e autenticados. “Em uma operação financeira, não basta saber que determinada transação aconteceu. É preciso conseguir identificar quem realizou a ação, quando ela ocorreu, qual autorização existia e em que contexto. Essa rastreabilidade protege a empresa, seus clientes e também os profissionais envolvidos na operação”, afirma Nicacio.

Segurança também depende de comunidade

Além dos investimentos internos, a evolução da segurança digital depende da troca de conhecimento entre empresas, pesquisadores e profissionais especializados. É nesse contexto que a Trio será patrocinadora da primeira edição da BSides CWB, marcada para 17 de outubro de 2026, na PUCPR, em Curitiba. 

A BSides integra uma rede internacional de eventos de segurança da informação criada em Las Vegas em 2009. Em julho de 2026, a organização contabilizava 1.329 eventos realizados em 300 cidades de 73 países. No Brasil, a iniciativa chegou em 2011 e, somente em 2025, suas edições reuniram mais de 2,3 mil participantes.

A programação curitibana terá palestras e treinamentos técnicos, espaços dedicados a diferentes áreas da cibersegurança e competição de Capture the Flag (CTF), além de atividades voltadas à formação e à troca de experiências entre profissionais.

“Segurança é uma área em que nenhuma empresa consegue evoluir isoladamente. Novas vulnerabilidades, técnicas de ataque e formas de proteção surgem o tempo todo. Apoiar uma comunidade como a BSides é também contribuir para que profissionais e empresas estejam mais preparados para enfrentar esses desafios”, diz Nicacio.

Para a Trio, que atua como instituição de pagamento autorizada e supervisionada pelo Banco Central, a participação no evento reforça uma estratégia de aproximação com a comunidade técnica responsável por desenvolver e aprimorar práticas de segurança.

“Em um sistema financeiro cada vez mais digital e conectado, a discussão sobre segurança deixa de estar restrita à prevenção de ataques. Ela passa pela maneira como cada sistema é construído, como os acessos são concedidos, como as transações são registradas e pela capacidade de manter a operação funcionando mesmo diante de incidentes”, conclui Nicacio.

Sobre a Trio

Criada em 2020 por Peterson Ferreira dos Santos e Manoel de Oliveira Souza, empreendedores com forte experiência em tecnologia e mercado financeiro, a Trio é especializada em tecnologia para pagamentos, atua como uma Instituição de Pagamento regulada pelo Banco Central (IP 619) e como Gestora de Recursos com registro na CVM. O grande diferencial da Trio está em sua conta corporativa feita sob medida para times financeiros e concebida para entregar alta performance em operações financeiras de ponta a ponta, sem intermediários.  A Trio desenvolve soluções voltadas especialmente para o ambiente corporativo, com destaque para ferramentas de gestão financeira, integração por APIs, sistemas de conciliação facilitada e soluções baseadas em Pix. Para mais informações, acesse o site www.trio.com.br e o perfil oficial da Trio no Instagram: @trio.fin.

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Pianista espanhol Marco Mezquida passa pelo Brasil com apresentações em quatro cidades https://minutosc.com.br/pianista-espanhol-marco-mezquida-passa-pelo-brasil-com-apresentacoes-em-quatro-cidades/ https://minutosc.com.br/pianista-espanhol-marco-mezquida-passa-pelo-brasil-com-apresentacoes-em-quatro-cidades/#respond Thu, 10 Sep 2026 20:18:32 +0000 https://minutosc.com.br/?p=2806 Um dos principais nomes da música instrumental europeia contemporânea, o pianista, compositor e improvisador espanhol Marco Mezquida desembarca no Brasil em setembro para uma série de quatro apresentações. A passagem pelo país começa em Porto Alegre, no dia 17, e segue por Pelotas, Curitiba e Joinville. Na capital paranaense, o artista será atração do Curitiba

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Um dos principais nomes da música instrumental europeia contemporânea, o pianista, compositor e improvisador espanhol Marco Mezquida desembarca no Brasil em setembro para uma série de quatro apresentações. A passagem pelo país começa em Porto Alegre, no dia 17, e segue por Pelotas, Curitiba e Joinville. Na capital paranaense, o artista será atração do Curitiba Jazz Sessions, no dia 20 de setembro, no Teatro da Reitoria.

A turnê brasileira reúne três estados da Região Sul. Depois da estreia no Instituto Ling, em Porto Alegre, Mezquida se apresenta no Teatro Sete de Abril, em Pelotas, no dia 18. Dois dias depois, chega a Curitiba para o concerto promovido pela Planeta Brasil. A agenda termina no dia 22, no Teatro Juarez Machado, em Joinville.

Considerado uma das vozes mais brilhantes, versáteis e singulares da música ibérica, Marco Mezquida construiu uma linguagem própria ao combinar jazz, música clássica, flamenco, improvisação livre, folclore, música contemporânea e pop. Aos 37 anos, contabiliza participações em mais de 100 álbuns e uma trajetória internacional que já o levou a importantes palcos de mais de 40 países.

Em Curitiba, a apresentação integra a programação do Curitiba Jazz Sessions, iniciativa que aproxima o público de diferentes vertentes da música instrumental e de artistas de destaque da cena internacional. O concerto no Teatro da Reitoria permitirá ao público conhecer a potência criativa de Mezquida, marcada pela improvisação e pelo encontro entre diferentes tradições musicais.

SERVIÇO — MARCO MEZQUIDA NO BRASIL

Porto Alegre (RS)

Data: 17 de setembro (quinta-feira)

Local: Instituto Ling

Pelotas (RS)

Data: 18 de setembro (sexta-feira)

Local: Theatro Sete de Abril

Curitiba (PR)

Data: 20 de setembro (domingo)

Local: Teatro da Reitoria

Joinville (SC)

Data: 22 de setembro (terça-feira)

Local: Teatro Juarez Machado

A apresentação de Marco Mezquida na capital paranaense acontece no dia 20 de setembro, no Teatro da Reitoria. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Meaple: https://meaple.com.br/curitibajazzsessions/marco-mezquida. Para mais informações, acesse os perfis oficiais das produtoras e do artista no Instagram: @curitibajazzsessions, @planetabrasilentretenimento, @goat_entertainment e @marcomezquida.

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Paixão pelo fogo vira negócio e coloca carnes na brasa no centro da experiência em Curitiba https://minutosc.com.br/paixao-pelo-fogo-vira-negocio-e-coloca-carnes-na-brasa-no-centro-da-experiencia-em-curitiba/ https://minutosc.com.br/paixao-pelo-fogo-vira-negocio-e-coloca-carnes-na-brasa-no-centro-da-experiencia-em-curitiba/#respond Wed, 09 Sep 2026 19:19:03 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3125 Grupo Canto transforma interesse dos sócios pelo churrasco em operações dedicadas à parrilla, com diferentes técnicas de fogo, cortes de raças britânicas e experiências que chegam também ao delivery O que começou como uma paixão pelo churrasco e pelos encontros ao redor da brasa se transformou em um negócio gastronômico que tem o fogo como

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Grupo Canto transforma interesse dos sócios pelo churrasco em operações dedicadas à parrilla, com diferentes técnicas de fogo, cortes de raças britânicas e experiências que chegam também ao delivery

O que começou como uma paixão pelo churrasco e pelos encontros ao redor da brasa se transformou em um negócio gastronômico que tem o fogo como elemento central. Em Curitiba, o Grupo Canto reúne operações dedicadas à cultura da parrilla e à preparação de carnes, com propostas que valorizam cortes de qualidade, diferentes técnicas de fogo e uma experiência construída em torno da gastronomia.

Comandado pelos empresários Luís Otávio Pires, Matheus Sperandio e Silvio Mariz Neto, o grupo é responsável pelo Cantuca Brasero & Bar e pelo Canto Bar de Parrilla. As casas trabalham com carnes de raças britânicas, como Angus e Hereford, preparadas em diferentes métodos, entre eles parrilla, churrasqueira giratória e defumação.

A trajetória do grupo também passa pela mudança de carreira dos sócios, como é o caso de Silvio Mariz Neto, que deixou o mercado financeiro para transformar a relação com o churrasco em um empreendimento. A ideia era levar para o negócio a mesma atmosfera dos encontros entre amigos em torno do fogo, criando espaços em que a carne e a brasa ocupassem papel central.

“Durante muitos anos trabalhei no mercado financeiro, mas percebi que queria construir algo que tivesse mais conexão com a minha paixão de verdade. A brasa sempre esteve presente na minha vida, nos encontros com amigos, na forma de receber as pessoas. O Grupo Canto nasceu justamente dessa vontade de transformar essa paixão em negócio, criando lugares onde a experiência vai muito além da comida”, destaca Silvio Mariz Neto, sócio fundador do Grupo Canto.

Experiência do público com a parrilla 

No Cantuca Brasero & Bar, a parrilla está integrada ao salão e faz parte da experiência do público. O projeto arquitetônico, assinado por André Henning, foi pensado para aproximar cozinha e salão, com áreas abertas, iluminação natural e o fogo visível durante o preparo dos pratos. A casa trabalha diferentes possibilidades para a carne, que vão dos cortes preparados diretamente na parrilla a processos de cocção lenta e defumação. O pastrami é um dos exemplos: produzido artesanalmente, passa por um processo de 14 dias entre cura, defumação e cocção lenta.

A carne também aparece em receitas que fogem do formato tradicional de prato. Entre os destaques estão o sanduíche de cupim, com carne desfiada, cogumelos salteados, queijo e maionese da casa no pão baguete (R$ 46), e o sanduíche de costela, servido com cebola caramelizada, rúcula e queijo (R$ 44).

Agora, parte dessa experiência também pode ser levada para casa. O Cantuca acaba de iniciar sua operação no iFood, com uma seleção de sanduíches preparados na brasa, opções com pastrami, carnes e acompanhamentos. A plataforma também reúne combos e a batata chips produzida na própria casa.

Mulher no comando do fogo

A cozinha do Cantuca tem ainda uma presença que chama atenção em um segmento historicamente associado aos homens: Shirlei Batista está à frente da parrilla da casa.

Natural do interior de São Paulo, Shirlei chegou a Curitiba sem uma profissão definida, formou-se cozinheira pelo Senac, cursou Gastronomia e também é bacharel em História pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Hoje, lidera as operações de fogo da casa em dias de grande movimento e integra a nova geração de profissionais que ajudam a ampliar a presença feminina nas cozinhas especializadas em carnes.

O Cantuca Brasero & Bar funciona na R. Saldanha Marinho, 2031, de terça a sábado, das 11h30 às 23h30, e aos domingos, das 11h30 às 19h. Reservas pelo site www.cantucabrasero.com.br. Mais informações: @cantucabrasero. O Canto Bar de Parrilla fica na Alameda Prudente de Moraes e funciona como opção para almoço e happy hour. Mais informações: @cantobardeparrilla.

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Freehelper e Red Bull Bragantino criam Rede de Embaixadores voluntários para fortalecer conexão com comunidades de Bragança Paulista https://minutosc.com.br/freehelper-e-red-bull-bragantino-criam-rede-de-embaixadores-voluntarios-para-fortalecer-conexao-com-comunidades-de-braganca-paulista/ https://minutosc.com.br/freehelper-e-red-bull-bragantino-criam-rede-de-embaixadores-voluntarios-para-fortalecer-conexao-com-comunidades-de-braganca-paulista/#respond Wed, 09 Sep 2026 19:05:20 +0000 https://minutosc.com.br/?p=3122 Iniciativa reúne 11 lideranças e representantes de organizações sociais para aproximar o clube dos diferentes territórios do município e construir ações em parceria com a comunidade A relação entre um clube de futebol e sua comunidade ultrapassa os limites do estádio e ganha força a partir de quem conhece de perto os diferentes territórios de

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Iniciativa reúne 11 lideranças e representantes de organizações sociais para aproximar o clube dos diferentes territórios do município e construir ações em parceria com a comunidade

A relação entre um clube de futebol e sua comunidade ultrapassa os limites do estádio e ganha força a partir de quem conhece de perto os diferentes territórios de uma cidade. Com esse propósito, o Studio FH da Freehelper e o Red Bull Bragantino estruturam uma Rede de Embaixadores, formada por 11 lideranças e representantes de organizações sociais de Bragança Paulista (SP), que atuam como pontos de conexão entre o clube e as comunidades do município.

A criação da rede integra um trabalho de aproximação desenvolvido pela Freehelper em Bragança Paulista. Ao longo dessa atuação, a o Studio FH já mapeou mais de 100 organizações, coletivos e lideranças do município, ampliando o conhecimento sobre os diferentes territórios, públicos e demandas locais. A partir desse mapeamento e do relacionamento construído com a comunidade, foi estruturada a Rede de Embaixadores em parceria com o Red Bull Bragantino.

Para Pedro Eliert, fundador da Freehelper, a iniciativa cria uma ponte permanente entre o clube e quem atua diretamente nos territórios. “A construção dessa rede parte de um princípio muito simples: ninguém conhece melhor as necessidades e as potencialidades de uma comunidade do que quem está presente nela todos os dias. Nosso papel é aproximar essas pessoas do Red Bull Bragantino e criar condições para que essa escuta se transforme em ações e oportunidades concretas para a população de Bragança Paulista”, afirma. 

A primeira ativação dessa nova frente aconteceu no dia 29 de agosto, durante um encontro realizado no Estádio Municipal Cícero de Souza Marques. O workshop reuniu os embaixadores para apresentar a proposta da rede, compartilhar um diagnóstico sobre as principais demandas sociais identificadas no município e, principalmente, ouvir quem vivencia essas questões no dia a dia.

A iniciativa é resultado de uma relação que já vem sendo construída desde 2025 entre a Freehelper, o Red Bull Bragantino e organizações e lideranças comunitárias de Bragança Paulista. Ao longo desse período, a parceria esteve presente em diferentes momentos, como ações de Dia das Crianças e experiências relacionadas aos jogos do clube. A criação da Rede de Embaixadores organiza e aprofunda esse relacionamento, com a perspectiva de estabelecer uma atuação contínua e mais próxima dos territórios.

Os 11 integrantes foram escolhidos a partir de diferentes perfis, considerando os públicos atendidos pelas organizações sociais, os territórios onde atuam e suas relações com a comunidade e com o clube. A proposta é reunir pessoas com diferentes experiências e conhecimentos sobre o município, capazes de contribuir para a construção de ações que façam sentido para cada público.

Um dos pontos apresentados pelo clube foi a necessidade de ampliar a presença de moradores da periferia e da zona rural nas arquibancadas. A partir desse desafio, os participantes foram convidados a pensar em possibilidades de atuação conjunta, conectando as necessidades da comunidade às iniciativas do clube.

Atividade na Páscoa

A experiência da Páscoa, realizada neste ano, já demonstrou o potencial dessa articulação. A atuação da Freehelper junto ao Red Bull Bragantino mobilizou cerca de 1.300 crianças de 14 organizações sociais de Bragança Paulista. Durante a ação, realizada no clube, as crianças participaram de brincadeiras, jogos e atividades com infláveis, encontraram o Toro Loko e receberam ovos de Páscoa.

Entre as organizações participantes estava o Ateliê Lagarta Sucateira, que atuou na aproximação entre a instituição e as famílias atendidas pelo projeto. Segundo Natália Leme, uma das embaixadoras da rede, a experiência permitiu que algumas famílias conhecessem um estádio de futebol pela primeira vez.

“Foi um dia de muitas emoções. As famílias tiveram a oportunidade de conhecer as dependências do estádio, se aproximar de alguns jogadores, brincar, lanchar e viver uma experiência completamente diferente da rotina. Para tornar tudo ainda mais especial, cada criança recebeu um ovo de Páscoa”, conta Natália.

A mobilização permitiu que projetos sociais de diferentes regiões do município levassem seus públicos para uma experiência de convivência e lazer ligada ao clube. Para Natália, o impacto da iniciativa também apareceu depois do evento, nas mensagens recebidas das famílias que participaram.

“Nos dias seguintes, recebemos inúmeros recadinhos contando sobre a alegria e a emoção que aquela experiência havia proporcionado. Fiz questão de compartilhar todas essas mensagens com os organizadores”, afirma.

Para Natália, o convite para integrar a rede representa também o reconhecimento de um trabalho construído ao longo dos anos e um estímulo para continuar atuando junto à comunidade.

“Fiquei profundamente surpresa com o convite para ser uma das embaixadoras do Red Bull Bragantino. Esse título me emociona, mas, acima de tudo, me incentiva a continuar trilhando esse caminho”, afirma.

Mais informações sobre o Studio FH estão disponíveis no site https://studio.freehelper.com.br/ ou no perfil oficial da empresa no Instagram: @studio.freehelper.

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