A Beija-Flor, uma pequena fábrica de pipoca adquirida para complementar a renda de uma família com nove filhos, evoluiu para uma das principais indústrias de snacks do Sul do Brasil. Fundada em 1972, em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, a empresa inicia agora um ciclo de investimentos que promete ser o maior de sua história, projetando um crescimento de 50% até 2027.
A companhia, atualmente sob a liderança de Alfredo da Silva Neto, filho do fundador José Alfredo da Silva, que aos 90 anos ainda acompanha os rumos do negócio, tem como foco a modernização de seu parque fabril. O plano inclui a aquisição de novas tecnologias, a ampliação das linhas de milho e arroz, além do aumento da capacidade produtiva.
O investimento não se limita apenas à expansão física, mas também contempla o desenvolvimento de novos produtos e a ampliação da atuação no mercado nacional e internacional. A expectativa é encerrar 2026 com um crescimento de 20% e alcançar um avanço acumulado de 50% até agosto de 2027.
Alfredo da Silva Neto ressalta que os investimentos representam mais do que apenas um aumento na produção, mas sim a continuidade de um legado construído com dedicação e responsabilidade. O compromisso da Beija-Flor é preservar a essência da empresa enquanto se prepara para o futuro.
Além de fortalecer a capacidade produtiva, a empresa acredita que essa expansão poderá aumentar a competitividade da indústria catarinense, ampliar sua presença tanto no mercado nacional quanto internacional e gerar novas oportunidades para a economia da região. O crescimento da Beija-Flor reflete não apenas a trajetória de uma família, mas também o potencial do setor de snacks no Brasil.












