Após o encerramento do primeiro turno das eleições de 2026, o Partido Liberal (PL) consolidou sua posição ao conquistar 28 cadeiras no Senado, tornando-se a maior bancada da Casa. O levantamento realizado pelo Ranking dos Políticos indicou que, além do PL, o Partido dos Trabalhadores (PT) garantiu nove cadeiras, enquanto o MDB ficou com sete, totalizando um total de oito representantes.
Outras siglas também se destacaram na disputa. O Partido Progressista (PP) e os Republicanos asseguraram seis senadores cada um, enquanto o PSD e o União Brasil ficarão com cinco cadeiras cada. A composição do Senado será completada com a representação de quatro senadores do PSB, três do Novo, dois do Podemos, dois do PSDB, e um de cada um dos partidos PDT e Rede.
É importante ressaltar que os mandatos no Senado têm duração de oito anos, e as eleições ocorrem a cada quatro anos, resultando em uma renovação alternada de um terço e dois terços das 81 cadeiras. No pleito de 2026, os eleitores foram responsáveis pela escolha de dois senadores por estado.
A previsão para 2027 é que, das 54 cadeiras em disputa, 40 serão ocupadas por novos senadores, o que representa uma significativa renovação de 74,1%. Essa nova configuração promete impactar a dinâmica política do Senado nos próximos anos.
Na disputa Em Santa Catarina, as duas vagas disponíveis foram conquistadas pelos candidatos Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, o que possibilitará ao partido ocupar duas das três cadeiras disponíveis na próxima legislatura do Senado. A escolha dos senadores reflete a diversidade de interesses e a representatividade das diferentes regiões do país.
Com o resultado do 1º turno, o cenário político para 2027 se delineia, trazendo mudanças nas forças que compõem o Senado. As novas composições devem influenciar não apenas as decisões legislativas, mas também o alinhamento de interesses entre os diferentes partidos, moldando o futuro político do Brasil.












