A Estátua da Liberdade, um dos símbolos mais emblemáticos da Havan, iniciou na manhã de terça-feira (8) sua jornada de Camboriú, em Santa Catarina, até Macapá, no Amapá. Este trajeto de aproximadamente 4 mil quilômetros inclui o transporte por rodovia e balsa, com uma navegação que pode durar até 20 dias. Após chegar à nova megaloja, o monumento será instalado sobre um pedestal no estacionamento da unidade.
Este transporte representa uma das maiores distâncias já realizadas por uma das estátuas da rede. A Havan informou que a operação inclui dois dias navegando pelas águas da região amazônica, um desafio logístico significativo para a empresa. O custo para a produção da estátua é de cerca de R$ 1,5 milhão, e sua construção leva entre 25 e 30 dias, envolvendo uma equipe de aproximadamente 50 pessoas.
A ideia de incorporar uma réplica da Estátua da Liberdade à rede surgiu nos anos 1990, quando Rafael Walendowski, aos sete anos, sugeriu ao fundador Luciano Hang a criação de um monumento semelhante na loja de Brusque. A primeira estátua foi instalada em 1995, e desde então, a Havan tem adicionado esse elemento em suas mais de 80 megalojas espalhadas pelo Brasil.
Com 24 metros de altura e pesando oito toneladas, a estátua é um dos ícones que compõem o conceito arquitetônico inspirado na Casa Branca, característico das fachadas da Havan. A nova megaloja em Macapá marcará a 200ª unidade da rede, que contará com mais de 20 mil metros quadrados e uma variedade de 350 mil itens à venda.
A viagem da estátua não é apenas uma operação logística, mas também um marco para a Havan, que continua a expandir sua presença pelo Brasil. A movimentação do monumento reflete a estratégia da empresa de consolidar sua imagem e presença em novos mercados, reforçando sua identidade com os clientes locais e sua relação com a cultura brasileira.












