O saldo da balança comercial do Brasil apresentou um crescimento expressivo entre janeiro e setembro de 2026, impulsionado pelo aumento significativo nas exportações para a China e a União Europeia. O superávit acumulado no período foi de US$ 62,40 bilhões, o que representa uma alta de 34,8% em comparação ao mesmo intervalo de 2025, conforme dados do Ministério da Indústria e Comércio.
As exportações para a União Europeia cresceram 20%, totalizando US$ 44,15 bilhões, enquanto as vendas para a China aumentaram 12%, atingindo US$ 84,68 bilhões. No total, o volume de exportações do Brasil nos nove primeiros meses do ano somou US$ 284,65 bilhões, o que equivale a um aumento de 10,4%. As importações também tiveram alta, subindo 5% e alcançando US$ 222,26 bilhões, resultando em uma corrente de comércio de US$ 506,91 bilhões, com um incremento de 8%.
Analisando o desempenho do comércio internacional especificamente no mês de setembro, o Brasil registrou um superávit mensal de US$ 7,74 bilhões, o que representa uma impressionante expansão de 146,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Essa melhora foi impulsionada por um crescimento de 12,9% nas exportações, que totalizaram US$ 34,42 bilhões, acompanhada de uma leve diminuição de 2,4% nas importações, que somaram US$ 26,68 bilhões.
A corrente de comércio em setembro também demonstrou um crescimento, aumentando 5,6% e alcançando um total de US$ 61,10 bilhões. Esses números evidenciam a recuperação e o fortalecimento das relações comerciais do Brasil com seus principais parceiros internacionais, refletindo uma maior demanda por produtos brasileiros.
O panorama atual do comércio exterior brasileiro é considerado promissor, uma vez que a balança comercial tem se mostrado favorável e as exportações continuam a ser um pilar fundamental para a economia nacional. A expectativa é de que essa tendência prossiga, contribuindo para o fortalecimento da economia brasileira nos próximos meses.












