Um imóvel conhecido como 'torto', situado no bairro Itacolomi, em Balneário Piçarras, no Litoral Norte de Santa Catarina, permanece de pé mesmo após ter sido interditado pela terceira vez. A situação do prédio gera preocupação entre moradores e frequentadores da área, uma vez que a demolição do edifício depende do cumprimento de etapas legais em uma Ação Civil Pública promovida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).
A Prefeitura de Balneário Piçarras informa que não pode proceder com a demolição de maneira arbitrária. Para que a destruição da estrutura seja autorizada, é necessário respeitar todos os trâmites legais, incluindo a formalização da citação dos proprietários, que devem cumprir as determinações judiciais pertinentes ao caso. Enquanto a situação não é resolvida, o município adota medidas para restringir o acesso ao local, tendo a Secretaria de Obras realizado o fechamento do perímetro da construção.
De acordo com informações da prefeitura, a demolição do prédio está condicionada ao andamento dos procedimentos judiciais. A Defesa Civil atua de forma preventiva, especialmente em situações que possam representar risco à segurança pública. A coordenadora interina de Proteção e Defesa Civil de Balneário Piçarras, Carla Krug, destaca que este é o terceiro episódio de interdição do imóvel, e a equipe segue monitorando a condição da estrutura.
A Prefeitura busca, através da Justiça, encontrar uma solução para o abandono da obra e assegurar que as providências necessárias sejam tomadas. O fechamento do perímetro, além de evitar a entrada de pessoas no local, tem como objetivo dificultar o acesso à construção até que a situação seja regularizada.
A população é orientada a não acessar o imóvel interditado e a comunicar aos órgãos competentes qualquer situação que possa colocar em risco a segurança de quem transita nas proximidades. A administração municipal reforça a importância de seguir as orientações da Defesa Civil para garantir a integridade de todos na área afetada.












