O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcará no próximo domingo (20) para os Estados Unidos, onde participará da 81ª Sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Durante o evento, ele realizará o discurso de abertura da assembleia, uma das mais importantes do calendário diplomático mundial.
A expectativa é que Lula reforce a defesa do multilateralismo e do direito internacional em sua fala, embora o Itamaraty não tenha divulgado detalhes específicos sobre o conteúdo do discurso. O presidente permanecerá em solo americano por poucos dias, com retorno ao Brasil programado para 22 de setembro, às vésperas das eleições de 4 de outubro, nas quais busca a reeleição.
O Palácio do Planalto não confirmou a realização de um encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Enquanto isso, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, ficará em Nova York durante a semana para presidir duas reuniões ministeriais importantes: a da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.
Na ausência de Lula, o chanceler também representará o Brasil em encontros com blocos e organismos como Brics, G20, Celac e CPLP. Além de Mauro Vieira, outros ministros, incluindo aqueles de Ciência, Tecnologia e Inovação; Povos Indígenas; e Igualdade Racial, farão parte da comitiva brasileira na Assembleia Geral.
A participação de Lula na ONU ocorre em um contexto de intensa atividade política interna, com foco nas Eleições Municipais de 2024 e na preparação para as Olimpíadas de Paris em 2024, eventos que podem ter repercussões significativas para o cenário político e social do Brasil.












