Uma nova legislação que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) começou a vigorar no dia 14 de agosto. A mudança permite que motoristas habilitados na categoria B conduzam veículos elétricos e híbridos com peso bruto total de até 4.250 kg. Anteriormente, o limite estabelecido para esta categoria era de 3.500 kg, o que significa que a nova norma aumenta a capacidade em 750 kg.
É fundamental ressaltar que essa alteração se aplica exclusivamente a veículos com propulsão limpa, ou seja, não inclui automóveis movidos somente a combustão. A mudança foi introduzida pela lei nº 15.503/2026, que acrescentou um parágrafo ao artigo 143 do CTB, autorizando os condutores da categoria B a dirigir veículos elétricos ou híbridos com tração predominantemente elétrica.
A nova norma traz uma modificação significativa nas regras de habilitação, permitindo que motoristas que possuem a CNH B conduzam veículos mais pesados, desde que atendam aos critérios estabelecidos. Contudo, a regra geral da categoria B continua a abranger os veículos com peso bruto total de até 3.500 kg, e a nova disposição se aplica apenas em situações específicas.
Com essa atualização, espera-se que Mais Motoristas considerem a aquisição de veículos elétricos e híbridos, impulsionando a transição para opções de transporte mais sustentáveis. Essa mudança está em sintonia com as tendências globais de redução de emissões e incentivo ao uso de tecnologias limpas.
A alteração nas regras de habilitação pode impactar a circulação nas rodovias, já que motoristas com CNH B terão a possibilidade de operar veículos que antes eram restritos a categorias superiores. Essa flexibilização pode facilitar o acesso a veículos mais robustos e, ao mesmo tempo, promover a adoção de alternativas de transporte menos poluentes, alinhando-se com as metas ambientais e de mobilidade urbana.
Além disso, a nova legislação pode oferecer vantagens para motoristas acima de 60 anos, que também ganham novos direitos no trânsito a partir de 2026, conforme outras diretrizes em desenvolvimento. A expectativa é que essas medidas contribuam para um futuro mais sustentável e eficiente nas estradas brasileiras.












