Na quarta-feira, 14, um evento gerou alarme entre os moradores de um edifício em Criciúma, localizado no Sul de Santa Catarina. Um eletricista que realizava atendimentos em unidades consumidoras foi visto usando uma balaclava, o que provocou especulações sobre possíveis furtos no local. A presença do profissional, uniformizado e com o rosto coberto, rapidamente se tornou motivo de preocupação entre os residentes.
Contudo, a Celesc, concessionária de energia elétrica, esclareceu que o homem em questão é um funcionário terceirizado da empresa. A companhia desmentiu os rumores de furto e ressaltou que a utilização da balaclava não é uma prática adequada durante os atendimentos a consumidores. Em comunicado divulgado no dia seguinte, 15, a Celesc classificou o incidente como uma situação isolada, enfatizando a importância da identificação e apresentação pessoal dos profissionais.
Em sua nota, a Celesc informou que já tomou providências junto à empresa terceirizada, solicitando que os trabalhadores recebam orientações sobre as políticas de identificação e conduta enquanto realizam atendimentos. A companhia expressou seu pesar pelo desconforto gerado entre os moradores e reafirmou que a segurança e a confiança dos consumidores são prioridades em suas operações.
“A Celesc lamenta o desconforto causado aos moradores e reforça que a segurança, o respeito e a confiança dos consumidores são prioridades, tanto nas atividades realizadas por empregados próprios quanto por empresas contratadas”, destacou a nota oficial.
A situação gerou repercussão e levantou questões sobre os procedimentos de segurança adotados por empresas prestadoras de serviços em áreas residenciais, além de evidenciar a importância da comunicação clara entre prestadores de serviço e a população. A Celesc reafirmou seu compromisso de acompanhar o cumprimento das orientações necessárias para evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer.












